Este jogo se inicia menos de 72 horas depois de soar o apito final da histórica conquista da Copa do Brasil pelo Vasco. O time entra em campo sem 6 titulares, cansados demais. Marca um a zero e ao longo de todo o primeiro tempo cria mais oportunidades de ampliar a vantagem do que o oponente cria ocasiões para empatar.
Ao longo do jogo, três jogadores do Vasco são substituídos por motivos físicos. Um quarto jogador, o zagueiro Fernando sai com câimbras. Retorna em precárias condições para manter o total de 11 jogadores em campo.
O segundo tempo aproxima-se do final e o Figueirense ameaça cada vez menos.
Próximo ao final do jogo, o atacante Leandro do Vasco recebe livre e o auxiliar do juiz levanta a bandeira. As câmeras mostram que está errado. Mas o juiz confirma o impedimento. Leandro reclama freneticamente. Enquanto o Vasco se desconcentra, o Figueirense inicia uma jogada rápida, Fernando falha e o Figueirense empata.
Durante a Copa do Mundo de 2010, comentou-se que, em jogadas de impedimento duvidoso, o juiz deixava o jogo prosseguir enquanto aguardava uma orientação externa, baseada na repetição dos registros das câmeras. Tributo à justiça, benéfico ao espetáculo, sem nenhuma violação das regras oficiais. Essa prática não se firmou. Prevalece o hábito de o juiz confirmar a decisão do auxiliar. O tabu do desprezo à tecnologia permanece absoluto! E ai de quem se lhe oponha!
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